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Sugerimos algumas publicações do Opaje - Observatório de Pesquisas Aplicadas ao Jornalismo e ao Ensino (UFT) sobre Inovação e Tecnologia.
A coordenação é do professor Gilson Pôrto Jr. e parceiros. 
Disponíveis em: 

Educação, Políticas Públicas e Atores Sociais no Processo de Inovação - https://lnkd.in/gs-GCT3
Gilson Pôrto Jr.; Marco Antônio Baleeiro Alves (Orgs.)
Esta obra tem a peculiaridade de ser ao mesmo tempo a síntese de um trabalho construído a diversas mãos e o registro de que é possível pensar e propor a inovação em todas as etapas da vida acadêmica. A Universidade faz-se, é uma construção social e coletiva permanente. Porém, se não contar com a audácia de alguns atores contenta-se com o imenso tempo gasto em reproduzir as respostas prontas e fazem-se poucas perguntas que possa de alguma maneira alterar os processos ou produtos de nosso fazer social. A sociedade espera da Universidade pelo menos sinais que algo pode mudar. Em tese deve ser o lócus da transformação, da inovação e da crítica social. Porém, mantemos as galerias dos conhecimentos terrivelmente estabilizadas que dificulta a mobilização de esforços de fato transformadores. Os novelos embaralhados da gestão desgastam e desgostam os que de esforçam para desembaralhar as tramas burocráticas transformadas em fim em si mesmo. Ouvir as vozes de fora da universidade é sempre difícil, parece protegida por algo parecido com uma ‘Gaiola de Faraday’ que impede que os anseios sociais repercutam internamente. É um contrassenso, afinal a universidade deveria ser um motor para as mudanças seja tecnológicas ou sociais, mas as universidades brasileiras tem se mostradas incapaz de mobilizar e ser mobilizada pela sociedade. Dessa forma, os poucos projetos que rompe essa casca dura, como as de um fruto do cerrado que se protege contra as intempéries anuais, são bem vindos principalmente pesa capacidade questionadora da esquizofrenia acadêmica. José Lauro Martins (ISBN: 978-85-5696-354-3 / Nº de pág.: 194)

Ciência, tecnologia e inovação: diálogos e caminhos - https://lnkd.in/g9m2Pfe
Gilson Pôrto Júnior; Marco Antônio Baleeiro Alves (Orgs.)
Antes de quaisquer outras palavras, queria saudar aqui a iniciativa dos autores e organizadores de publicar esta coletânea, cuja diversidade temática e amplitude de perspectivas analíticas certamente há de interessar a um público variado, incluindo aqui os pesquisadores nesse campo tão dinâmico de estudos sobre ciência e tecnologia. Como também indicado no prefácio desta obra, não são tempos fáceis para quem trabalha com ciência, tecnologia, educação superior e inovação: vemos nos anos recentes, dentre tantos outros problemas, cortes sem precedentes no financiamento à ciência, fruto da escolha política de sacrificar investimento em C&T em nome de outras prioridades, em um momento de crise econômica e política imensas. Tais cortes, como já dito à exaustão por diversos comentaristas, intelectuais e políticos preocupados com o futuro do país, colocam em risco nossa capacidade de sair da crise e superar esse momento econômico desafiador. Mas mais do que isso, colocam em risco também nossa capacidade de conquistar autonomia científica e tecnológica; de formar cidadãos capazes de buscar seus objetivos em uma sociedade cada vez mais marcada pela onipresença de tecnologias digitais; e colocam em questão a capacidade do país de concorrer com seus pares nas drásticas mudanças tecnológicas que se avolumam, alterando as bases dos processos de produção de valor e deslocando inclusive a geopolítica global. Em tempos como esses, trabalhos como os publicados nesse livro trazem uma contribuição importante, no sentido de manter em pauta os temas da C&T, da educação superior, da ciência, da inovação e do papel que novas tecnologias digitais têm nas dinâmicas sociais. Mas o desafio, como sempre, é muito mais do que econômico: além de enfrentar os cortes no financiamento à pesquisa e à educação, enfrentamos também ataques políticos e retóricos às atividades que nós, acadêmicos, exercemos. Tal contexto (que é global, e não só restrito ao Brasil) é, portanto, um desafio ainda maior para aqueles que buscam construir não apenas reflexões sobre esses temas, mas também para todos que de alguma forma se envolvem com as atividades científicas. Nesse contexto, obras como essa têm também o papel de manter viva a discussão crítica e densa sobre ciência, tecnologia, sociedade, inovação, política e as suas intensas inter-relações. (ISBN: 978-85-5696-687-2 / Nº de pág.: 206)

Temas estratégicos e o processo de inovação - https://lnkd.in/dRMV4fr
Gilson Pôrto Jr; Marco Antônio Baleeiro Alves (Orgs.)
Em se tratando de ciência, tecnologia e inovação, o maior desafio do Brasil é elaborar e implementar uma política de longo prazo que permita que o desenvolvimento científico e tecnológico alcance a população e o tão desejado desenvolvimento social e econômico. Somente assim será possível um impacto efetivo na melhoria das condições de vida da sociedade e o tão sonhado desenvolvimento social. A ciência e tecnologia tornam-se relevantes para o bem estar da sociedade quando há esforço contínuo da qualificação de recursos humanos, em todos os níveis, no estímulo a projetos de inovação nas atividades científicas e tecnológicas (pesquisa e desenvolvimento) articuladas entre instituições públicas de fomento, centros de excelência em pesquisas e instituições científicas. No âmbito da gestão, o Estado do Tocantins possui um sistema estruturado, responsável pelas definições e implantação de políticas pública de desenvolvimento de ciência, tecnologia e inovação, respeitando-se as vocações regionais. A teoria da Triple Helix (Academia, Indústria e Governo) desenvolvida no final do século passado, tendo em vista o Sistema de Inovação do Vale do Silício (EUA), evolui e se adapta de maneira vertiginosa no início desse novo século, e vem culminar em uma nova vertente igualmente importante, o que poderia ser chamada de uma Quarta Helix: a sociedade. Isso significa que as instituições científicas e tecnológicas do Estado do Tocantins, o Governo e as Empresas agora devem pensar seus projetos focados na inclusão ou no atendimento direto das necessidades e anseios da sociedade, observando a integração de pesquisa e desenvolvimento para demandas locais ou regionais. Esse é um processo que vem se aperfeiçoando com o tempo e que, cada vez mais, evidencia o grande potencial de geração de desenvolvimento e inclusão social do investimento público e privado em ciência e tecnologia. As instituições de C&T do Tocantins têm por missão promover a educação profissional e o desenvolvimento do conhecimento científico e tecnológico, em todos os níveis e modalidades, com base no princípio da indissociabilidade das ações de Ensino, Pesquisa e Extensão. Prof. Dr. Everaldo de França, Ifes-Campus Barra de São Francisco/ES (
ISBN: 978-85-5696-384-0 / Nº de pág.: 209) 

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